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Atual diretor desportivo do Sevilha, Monchi também teve um passado de jogador (não muito bem sucedido) pelo emblema andaluz, mas apesar dos seus números modestos pode dar-se ao luxo de ter atuado ao lado de Maradona na curta passagem do argentino pelo Ramón Sánchez Pijuán. Ora, apesar de ter regressado a Espanha já em queda - anteriormente tinha atuado no Barcelona -, El Pibe deixou boas memórias, tanto dentro como fora do campo.
"Não chegou no máximo das suas capacidades, mas no seu momento, que foi entre novembro e janeiro, mostrou um futebol que assombrou todos. Aquele remate que tinha, a esconder onde ia meter a bola, a forma como conduzia a bola... Foi um sonho partilhar balneário com ele. Qualquer um gostava de o ter feito. Desde o primeiro dia que tornou as coisas fáceis, pois é uma pessoa próxima, que dava o seu lugar a todos", começou por recordar.
Ora, essa generosidade ficou na retina noutro momento. "Eu levava um relógio falso durante um passeio por Barcelona e, quando ele percebeu que era uma imitação, convidou-me para ir a sua casa para me dar um Cartier. Disse-me: 'toma, aqui tens um bom relógio, para que não tenhas de andar com um falso'. O Diego era assim, isto define-o na perfeição", recordou o atual diretor desportivo do Sevilha.
Por Fábio Lima