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Os futebolistas do Valência abandonaram hoje o terreno de jogo no embate com o Cádiz, em protesto por alegados insultos racistas dirigidos por Juan Cala - terá chamado "preto de merda" - ao central valenciano Mouctar Diakhaby, interrompendo o encontro durante quase meia-hora. Decorria o minuto 29 do encontro no Estádio Ramón de Carranza, quando, na sequência de um livre a favor do Cádiz, Cala e Diakhaby trocaram argumentos dentro da área valenciana, levando, posteriormente, o central francês a percorrer meio-campo para interpelar o adversário.
Depois de os jogadores das duas equipas terem separado Cala e Diakhaby, o francês foi admoestado com um cartão amarelo e esteve alguns segundos a explicar ao árbitro o que tinha acontecido, antes de se retirar de campo, acompanhado por todos os jogadores 'che', entre os quais os portugueses Thierry Correia e Gonçalo Guedes.
A equipa do Cádiz também seguiu o caminho dos balneários e o encontro esteve interrompido cerca de 20 minutos. Embora o Valência tenha regressado ao relvado para retomar o jogo, fê-lo já sem Diakhaby, que foi substituído por Hugo Guillamon.
"A equipa reuniu-se e decidiu voltar ao campo, para lutar por este emblema, embora se mantenha firme na condenação de qualquer ato de racismo, em todas as suas formas", publicou o clube valenciano, na rede social Twitter, onde adiantou que foi o próprio Diakhaby a pedir as colegas para regressarem ao relvado e lutarem.
Por altura da interrupção, a partida da 29.ª jornada da Liga espanhola estava empatada 1-1, com Juan Cala, precisamente, a inaugurar o marcador para o Cádiz, aos 14 minutos, e Kevin Gameiro a repor a igualdade, aos 19, após assistência de Gonçalo Guedes. O Cádiz acabaria por vencer com um golo à beira do fim.
(notícia atualizada às 19h55)
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