R - Como foi a sensação de regressar ao relvado?
TM – Uma felicidade enorme. Não tive problemas com a perna e acima de tudo gostei muito da forma como fui recebido pelos meus companheiros e pelos adeptos. Foi incrível aquilo que vivi naqueles momentos.
R - A relação com o Atlético Madrid é especial, diferente daquela sentida nos clubes por onde passou?
TM – Não dá para esconder. O Atlético tocou-me no coração e serei Atlético para toda a vida, pois o que vivi aqui é diferente do que passei noutros clubes. Não nasci colchonero mas vou morrer colchonero.
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