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Craque do Atlético Madrid não toma pequeno-almoço antes dos treinos: «Como quando tenho fome»

Foto: Reuters
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Teoria de que o jejum melhora o sistema imunitário vai ganhando cada vez mais adeptos

Já todos ouvimos falar dos benefícios de um bom pequeno-almoço, mas nos últimos tempos têm surgido teorias sobre as vantagens do jejum matinal. Marcos Llorente manteve uma conversa com Carlos Pérez, coautor do livro 'Jejum Intermitente', e admitiu que não é adepto da primeira refeição da manhã.

"Estou muito bem energicamente e não preciso de tomar o pequeno-almoço para ir treinar. Como quando tenho fome e sou capaz de me mexer sem ter comido nada. Na realidade, quando tomava o pequeno-almoço antes de ir treinar não o fazia porque o meu corpo pedia. Quando comecei a ouvir o meu corpo notei melhoras no meu rendimento", disse o médio do Atlético Madrid, de 26 anos.

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O jogador conta que tudo começou quando jogava no Alavés. "Foi um pouco por causa do meu pai, que já o praticava [o jejum], mas eu não acreditava muito naquilo. Não me custou fazer essa mudança porque em muitos dias quando me levantava não me apetecia tomar o pequeno-almoço. Ao nível de intensidade também não notei diferença, por isso continuei a fazê-lo de forma contínua", acrescenta, explicando o que comia quando tomava pequeno-almoço. "Um batido ou alguma fruta."

Durante a conversa, Carlos Pérez explicou os benefícios do jejum intermitente. "Há evidência científica que o jejum intermitente, personalizado e adaptado a cada situação e a cada pessoa, melhora o sistema imunológico e, como tal, tem uma consequência muito positiva em desportistas de elite, como é o caso do Marcos."

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Por Record
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