Endrick: «O meu nome ia ser Di Stéfano...»
Avançado brasileiro de 16 anos, que já tem acordo com o Real Madrid, garante que a paixão pelos merengues não é de agora
Seguir Autor:
Endrick, avançado brasileiro de 16 anos que representa o Palmeiras mas já tem acordo para rumar ao Real Madrid em 2024, frisou, em entrevista à 'Marca', que a sua paixão pelos merengues não é de agora, revelando que os seus pais lhe queriam dar o nome... de Di Stéfano.
"O Real Madrid é uma equipa que me encanta. É a equipa que vi jogar enquanto crescia. Cresci a ver os ídolos do Real Madrid, e quando comecei a gostar ainda mais [do clube] fui procurar mais sobre a história. Até há uma anedota que os mais pais podem contar... Não? Eu conto. O meu nome não ia ser Endrick, ia ser Di Stéfano", começou por contar.
Relacionadas
E acrescentou: "Também vi os brasileiros que jogaram no Real Madrid, como Ronaldo, Vinícius Júnior agora, Rodrygo, Éder Militão... Como vi todos os meus ídolos ali, interessei-me ainda mais. Interessei-me pelo melhor clube da Europa".
Aos 16 anos, Endrick já disputou vários jogos de elevada importância para o Palmeiras, e confessou que achou curioso enfrentar defesas... com 37 ou 38 anos.
"No [Campeonato] Paulista encontrei jogadores muito veteranos. Joguei contra um defesa que, se não me engano, tinha 37 ou 38 anos e um filho. Sou uma inspiração para os meninos de hoje em dia. Pela minha história e pelo que já demonstrei. Estes jogadores de 30 e 40 anos já têm filhos com 13, 14, 15... Pediu-me a camisola e disse que devia servir ao seu filho e que ele me queria conhecer. Isso deixou-me feliz. Dei-lhe a camisola! Acredito que estes momentos são bons para o meu crescimento enquanto jogador", rematou.
Refira-se que o Real Madrid garantiu a contratação de Endrick em dezembro do ano passado. No entanto, o brasileiro só poderá rumar à LaLiga em junho de 2024, altura em que completará 18 anos.