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O novo treinador do Monaco, Thierry Henry, não esqueceu o legado que o seu antecessor, Leonardo Jardim, deixou no clube e teceu-lhe rasgados elogios. "É um treinador que ficará na história do Mónaco", afirmou.
Sobre o desafio que tem pela frente, Henry admitiu que a questão sentimental foi crucial na hora de aceder ao convite. "Quando recebi a oferta, a decisão de a aceitar foi do coração. Todos conhecem a minha ligação ao Arsenal, mas foi aqui que comecei", lembrou, durante a apresentação como treinador do clube do principado.
Henry, que fazia parte da equipa técnica da seleção da Bélgica, representou a formação monegasca entre 1995 e 1998, na qual realizou 141 jogos e marcou 28 golos, ajudando o clube a vencer o campeonato em 1997 e a supertaça francesa em 1997.
"Quero agradecer ao presidente, ao vice-presidente e ao diretor desportivo [do Monaco] por me terem dado esta oportunidade de regressar a casa, à minha verdadeira casa", completou Henry, que, aos 41 anos, terá a primeira experiência como treinador de um clube.
A tarefa de Henry não se afigura fácil no comando técnico do Monaco, no qual alinha o avançado português Rony Lopes: cumpridas nove jornadas, o Monaco soma apenas seis pontos, mais um do que o lanterna vermelha Guingamp e a quatro da primeira equipa acima da zona de despromoção.
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