Quinze anos depois de ser comprado por um fundo qatari encabeçado por Nasser Al-Khelaifi e após muitas desilusões europeias, o PSG chega agora à sua terceira final da Champions (venceu a edição do ano passado frente ao Inter por 5-0), e pode ser o primeiro clube desde o Real Madrid a defender com sucesso o título de campeão.
Segundo Al-Khelaifi, contratar Luis Enrique foi a melhor decisão que tomou desde que chegou a Paris: "Luis Enrique é realmente o melhor ativo, o melhor, a minha melhor decisão. Falei durante os últimos 15 anos para o contratar [o técnico foi contratado em 2023]. É um treinador fantástico, o melhor treinador do mundo, mas também, como pessoa, é incrível a forma como gere o dia a dia, os jogadores, tudo, até com os meios de comunicação social, que em França às vezes não é fácil, mas ele é fantástico", disse o presidente do PSG no programa CBS Sports Golazo.
“É um orgulho ter o Luis Enrique no clube, e todos os que estão a fazer história. E é isto que queremos. Temos ADN, hoje demonstrámo-lo. Não são apenas futebolistas, são autênticos guerreiros”, continuou com um sorriso que não disfarçava a sua felicidade após os parisienses terem carimbado o passaporte para a final da Liga dos Campeões (1-1 frente ao Bayern, na 2.ª mão das 'meias').
Abraçado ao seu treinador, que apareceu no mesmo estúdio onde estava a ser entrevistado, Al-Khelaifi deixou uma declaração de admiração pelo espanhol: “Ele revolucionou o futebol, não só no PSG, mas em todo o futebol. Estou muito orgulhoso dele e é realmente o melhor treinador do mundo.”
Além dos elogios ao seu treinador, Al-Khelaifi quis valorizar o trabalho realizado nos bastidores ao longo dos últimos anos em Paris: "Trata-se de um plano para o futuro, reunir os melhores talentos para trabalharem juntos, com o treinador. Poderíamos ter jogadores diferentes a ganhar a Bola de Ouro nos próximos 3, 4 ou 5 anos".
Para finalizar destacou, com orgulho, o trabalho diário e a relação entre os seus jogadores: “A forma como trabalham juntos, como vivem juntos, como defendem em campo e fora dele… Eu vejo-os, vivo com eles e é isso que adoro na equipa, esta é a luta, o amor, o prazer quando vão treinar, a trabalhar em conjunto. Às vezes não é fácil, mas todos se apoiam mutuamente, somos uma família, e eles são uma família, a família do PSG”.