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Juan Carlos Unzué surpreendido com Vitinha: «Está a tocar menos na bola e com mais eficácia»

• Foto: Instagram Vitinha

Juan Carlos Unzué concedeu uma longa entrevista ao 'Mundo Deportivo' onde analisou o duelo de quarta-feira (20h) entre o PSG e o Barcelona relativo à primeira mão dos quartos-de-final da Liga dos Campeões. O ex-jogador e treinador revelou quais são os jogadores do emblema parisiense que mais o têm surpreendido - entre eles está um português.

"Na pré-temporada, o Vitinha deu-me a sensação de que precisava de muitos toques para encontrar aquele passe que poderia ser letal. Com o passar da época ele está a tocar menos e com mais eficácia", referiu sobre o médio. Além do internacional de 24 anos, Unzué aponta outros nomes que lhe chamam à atenção. "Zaire-Emery é espetacular. Com a idade que tem (18) e o nível com que joga, com a tranquilidade que transmite com e sem bola, e acima de tudo, jogar pelo meio, que é sempre o mais difícil. Fabián [Ruiz] também está a ter um rendimento muito interessante, inclusive a jogar como pivô e a dar capacidade de defender sem bola e de progredir no jogo. Outra coisa que se repete com Luis Enrique é dar muitos minutos a muitos jogadores. Ele próprio gera essa competição interna, o que é fantástico para uma equipa e para um clube", comentou sobre os dois jogadores.

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Unzué desvendou ainda aquilo que dizem em Paris sobre Mbappé. "Dizem que ele é muito bom companheiro. Que no balneário ele é um rapaz super normal e nada arrogante. Ao ver estes dias que o Luis [Enrique] o colocou no banco, tenho a sensação de que eles têm razão. Às vezes isso surpreende-te. É um jogador imenso, com habilidades muito boas, que marcou muitos golos, mas ao longo da partida parece que não é o caso. Ele parece ser um tipo diferente de jogador. Um pouco isolado, à sua maneira", afirmou.

Relativamente ao encontro da Champions, o espanhol deu a conhecer qual poderá ser a chave para desbloquear a eliminatória. "Não vai definir muito que o primeiro jogo seja em Paris. São duas equipas com dois treinadores que, independentemente de onde joguem, têm uma abordagem semelhante. Isso não vai mudar. Eles vão-se comportar da mesma forma em Paris e em Barcelona. Vejo um PSG a querer ter o Barça perto do seu objetivo. Embora possas sempre correr o risco de jogar longe do teu golo e ter muito espaço atrás da linha defensiva, essa é a fase onde o Barcelona pode sofrer um pouco mais", concluiu.

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