_
Em entrevista ao jornal sueco 'Expressen', na qual fez comentários bastante curiosos sobre Zlatan Ibrahimovic, Mino Raiola abordou a sempre complicada questão do racismo no futebol e partilhou uma história lamentável dos primeiros tempos de Romelu Lukaku enquanto futebolista.
"O futebol é o desporto mais democrático de todos, pois deve ser igual para todos. As pessoas dizem que não há discriminação, mas os jogadores negros estão sempre a ser algo desse tratamento. Acaba por ser uma discriminação consciente. (...) Quando as pessoas me perguntam algo sobre um jogador negro, perguntam sempre se é como o Pogba, o Balotelli, o Lukaku. Nunca ouvi uma questão 'É igual ao Toivonen? É igual ao Ibrahimovic? É igual ao Beckham?' Os jogadores negros são colocados de parte", admitiu, falando depois do caso do avançado belga do Manchester United.
"Para o Lukaku foi sempre um problema. Lembro-me de a mãe dele me ter dito que tinha de ir para os jogos com a certidão de nascimento, pois os outros pais não acreditavam que ele tinha 12 ou 14 anos. Era sempre um problema o facto de ele marcar três ou quatro golos... Era maior e forte fisicamente, sim. Mas acabavam por dizer que ele não tinha aquela idade, que não tinha nascido na Bélgica, e então e a sua mãe levava a certidão. Havia rumores de que ele tinha nascido em África, por isso a mãe dele levava a certidão e mostrava 'está aqui!'", recordou.
Por Fábio LimaEstádio vai estar ligado ao da equipa masculina por uma ponte
Central vai na sua 10.ª temporada no clube
Avançado do Bahia tem apenas 17 anos e uma cláusula de rescisão do valor de 100 milhões de euros
Atlético Madrid recebe os gunners na 1.ª mão das meias-finais da Champions esta quarta-feira
Caso terá acontecido durante uma jornada europeia
A entrevista foi moderada por Record mas conduzida pelo médio formado no Sporting
Adriano Mendes nasceu em Cabo Verde, jogou no Estudiantes e identifica-se com Bruno Fernandes
Leões já ergueram o troféu em voleibol e basquetebol e ainda vão estar na decisão em futebol, andebol, futsal e hóquei em patins
Treinador português está sem clube há pouco mais de dois meses após deixar os iranianos do Esteghlal
Homem terá amealhado, ao longo de cinco anos, mais de 14 milhões de euros em receitas