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Suásticas, cabelos rapados, comportamentos violentos para com minorias, cânticos racistas. Muitos clubes optam por expulsar das suas fileiras os adeptos xenófobos e anti-semitas, mas o Chelsea prefere educá-los.
O dono do clube, Roman Abramovich, que é judeu, pretende extinguir o anti-semitismo das claques dos bleus e por isso entendeu promover uma iniciativa diferente: enviar estes adeptos à Polónia, para visitarem o campo de concentração nazi de Auschwitz.
"Se os expulsarmos nunca vamos conseguir mudar os seus comportamentos. No passado retirávamos esses adeptos da multidão e eram banidos até três anos. Agora damos-lhes a possibilidade de perceberem que o que fizeram é errado", contou Bruce Buck, da direção do Chelsea, ao jornal 'The Sun'.
"Quando identificamos um grupo de 50 ou 100 pessoas com este tipo de comportamento num jogo é difícil retirá-los todos do estádio. Mas há indivíduos que podemos identificar e é possível fazermos alguma coisa", acrescentou Buck.
Uma delegação do Chelsea assistiu, em abril, à cerimónia que anualmente se realiza em Auschwitz e em junho um grupo de 150 adeptos e funcionários do clube visitaram o campo. Sobreviventes do holocausto já conviveram, igualmente, com a equipa principal do Chelsea.
"Essas viagens a Auschwitz foram importantes e vamos levar a cabo outras no sentido de alertar as pessoas. Queremos convencer outros clubes a tomar medidas para resolvermos este problema do anti-semitismo", frisou o dirigente.
O Chelsea vai custear todas as despesas das viagens.
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