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Quando Ahmed Elmohamady partiu para a CAN'2017, no início de janeiro, o Hull City estava praticamente condenado à despromoção e Mike Phelan era o treinador. Quando voltou, já em fevereiro, estava praticamente tudo diferente. Os tigers já viviam com mais esperanças de permanência e, para mais, o treinador era outro: o português Marco Silva. Ora, para o egípcio, foi como se se tivesse mudado para um clube novo.
"Voltei para um clube novo. Mudou tudo. Um novo treinador, sete novos jogadores e alguns outros foram embora. Tivemos uma semana em Portugal com todo o grupo junto e foi bom para perceber as ideias do treinador. É diferente do que era antes. Para ser sincero, agora tudo parece mais agradável. Há mais confiança. Esperemos que isso nos ajude a subir na tabela. Creio que estamos numa posição mais forte agora. Os resultados que tivemos no último mês deram confiança aos jogadores, adeptos e aos próprios elementos do clube", disse o egípcio.
Pela frente, na próxima jornada da Premier League, o Hull terá um encontro decisivo ante o Leicester, uma equipa que recentemente mudou de treinador e sentiu logo o efeito da chicotada psicológica. "Por vezes é bom, por outras é mau. As mudanças podem ajudar-te, como sucedeu connosco, mas também podem ser negativas. Mas o mais importante é a nossa equipa ir lá e garantir os 3 pontos", frisou.
Feitas as contas, quando Elmohamady partiu rumo à CAN o Hull era último, com 13 pontos. Quando o egípcio voltou, os tigers estavam duas posições acima, no antepenúltimo posto, agora com 20 pontos. Sao 7 pontos de diferença entre os dois períodos, conquistados em cinco encontros.