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Aquilo que parecia ser mais uma inofensiva viagem em representação do Manchester United, em 2015, tornou-se num inferno para a vida. Andy Cole regressou do Vietnam com um vírus que por pouco não foi mortal. De início recusava-se a admitir que estava doente (estava sempre cansado, com o corpo muito inchado), depois acabou por ver um médico que lhe deu uma notícia que nunca pensou ouvir: a sua função renal estava em apenas 7 por cento da capacidade normal e necessitaria de um transplante. A cirurgia realizou-se em 2017 e o dador foi o seu sobrinho, Alexander Palmer. Numa entrevista ao jornal inglês 'The Guardian' o antigo avançado do Manchester United (ainda hoje é o terceiro melhor marcador de sempre da Premier League), de 47 anos, conta que viveu uma autêntica "tortura" ao longo deste processo. E que ainda não acabou. Cole luta há 18 meses para manter o rim recebido em atividade, graças a uma imensidão de medicamentos. Reconhece que o suicídio já lhe passou pela cabeça. "O novo rim é um objeto estranho. O meu corpo atacava-o e por isso tinha de tomar medicamentos para evitar a rejeição. As pessoas diziam-me para me manter positivo, mas nunca se sabe quanto tempo vai durar um rim. Posso estar aqui 5 ou 10 anos, mas também pode falhar amanhã", contou o antigo jogador, agora com 47 anos. Cole reconhece que pensou em terminar com tudo. "Todo o processo foi uma tortura porque é muito traumático. Lembro-me de ter esvaziado um saco de medicamentos, de chorar e pensar 'para sobreviver outro dia tenho de voltar a tomar tudo isto. Para o resto da minha vida. Não sei se consigo continuar...'" Agora o antigo jogador - que ganhou três campeonatos pelos red devils, uma Liga dos Campeões e uma Taça de Inglaterra - continua a lutar. "Nunca voltarei a ser a mesma pessoa de antes, luto todos os dias, física e emocionalmente. Não há dias iguais e os medicamentos fazem com que tenha altos e baixos. Não desejo isto a ninguém porque é uma situação que pode destruir a nossa vida familiar." Cole explica que a família também sofreu muito com este processo. "Tenho de lhes pedir desculpa. O que estava a fazer, torturar-me por uma doença, é horrível. Afastei a minha família e tenho de lhes pedir desculpa. Agora consciencializei-me que esta doença é para a vida."
Numa entrevista ao jornal inglês 'The Guardian' o antigo avançado do Manchester United (ainda hoje é o terceiro melhor marcador de sempre da Premier League), de 47 anos, conta que viveu uma autêntica "tortura" ao longo deste processo. E que ainda não acabou. Cole luta há 18 meses para manter o rim recebido em atividade, graças a uma imensidão de medicamentos. Reconhece que o suicídio já lhe passou pela cabeça.
"O novo rim é um objeto estranho. O meu corpo atacava-o e por isso tinha de tomar medicamentos para evitar a rejeição. As pessoas diziam-me para me manter positivo, mas nunca se sabe quanto tempo vai durar um rim. Posso estar aqui 5 ou 10 anos, mas também pode falhar amanhã", contou o antigo jogador, agora com 47 anos.
Cole reconhece que pensou em terminar com tudo. "Todo o processo foi uma tortura porque é muito traumático. Lembro-me de ter esvaziado um saco de medicamentos, de chorar e pensar 'para sobreviver outro dia tenho de voltar a tomar tudo isto. Para o resto da minha vida. Não sei se consigo continuar...'"
Agora o antigo jogador - que ganhou três campeonatos pelos red devils, uma Liga dos Campeões e uma Taça de Inglaterra - continua a lutar. "Nunca voltarei a ser a mesma pessoa de antes, luto todos os dias, física e emocionalmente. Não há dias iguais e os medicamentos fazem com que tenha altos e baixos. Não desejo isto a ninguém porque é uma situação que pode destruir a nossa vida familiar."
Cole explica que a família também sofreu muito com este processo. "Tenho de lhes pedir desculpa. O que estava a fazer, torturar-me por uma doença, é horrível. Afastei a minha família e tenho de lhes pedir desculpa. Agora consciencializei-me que esta doença é para a vida."
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