Há lesões que surgem em más alturas e depois há aquilo que aconteceu ao Dorking Wanderers, do National League South. Pouco depois do fecho do mercado, o emblema do sexto escalão do futebol inglês ficou privado de Harrison Foulkes, o seu guarda-redes titular, e foi obrigado a encontrar uma solução de emergência. Sem possibilidade de ir ao mercado encontrar em tempo útil um novo dono da baliza, o clube decidiu dar uma chance única na vida a Terry Dunn, um adepto ferrenho que chegou a jogar naquela posição... até 1997.
"Vamos ter de fazer isto funcionar por um jogo. Numa era na qual a paixão se vê muito poucas vezes, aquilo que o Terry tem a menos de mobilidade compensará por aquilo que pode dar no coração", disse Marc White, o presidente e treinador do clube, que ao cabo de sete jornadas surge na 11.ª posição da tabela (em 24), com 3 vitórias, 1 empate e 3 derrotas.
Apesar da missão lhe surgir de forma tardia, Dunn não parece muito assustado ou nervoso. "Jogar na baliza é como andar de bicicleta. Nunca se esquece. Continuo a jogar 'walking football'. Como adepto dos Wanderers, ninguém vai lutar mais por manter a baliza a zeros do que eu".
O adversário nesta oportunidade única será de respeito, já que pela frente estará o AFC Totton, o 4.º da tabela, com 13 pontos.
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Treinador do Al Nassr com artigo de opinião semanal no nosso jornal