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O julgamento do ex-futebolista internacional galês Ryan Giggs por assédio sexual e violência doméstica terminou esta quarta-feira sem veredito porque o júri não chegou a consenso sobre a culpabilidade do antigo jogador do Manchester United.
Após três semanas de audiências e 23 horas de deliberação -- no decurso de vários dias -, a juíza Hilary Manley dispensou o júri de um tribunal de Manchester que deveria pronunciar um veredicto sobre as acusações a Giggs, por crimes contra a ex-mulher e a irmã desta, o que pode abrir caminho a um novo julgamento.
O caso levou à demissão de Giggs do cargo de selecionador do País de Gales, em junho, apesar de não desempenhar, efetivamente, essas funções desde novembro de 2020, quando as acusações foram tornadas públicas.
"Tal como já foi tornado público, declarei-me inocente das acusações criminais que enfrento no tribunal de Manchester. Apesar de ter confiança no processo judicial, teria gostado que o caso se encerrasse antes, para poder seguir com as minhas responsabilidades como treinador", disse Giggs, na altura.
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