Contrariamente ao que provavelmente defendem muitos dos adeptos do Manchester City, o jornal 'The Guardian' publica um artigo, assinado pelo jornalista Jonathan Wilson, que vai contra a corrente, ou seja, explica por que motivos os citizens não devem contratar o craque argentino. E questiona, até, a capacidade de Pep Guardiola para liderar a equipa.
"À medida que o futebol se converteu mais em recuperar a bola do que a reter, começaram a levantar-se dúvidas legítimas sobre se Guardiola ainda está na vanguarda tática do jogo. Também começaram a surgir reservas relativamente a Messi. Brilhante como é, esta foi a 11.ª época seguida em que marcou 25 ou mais golos na LaLiga, mas desequilibra uma equipa? Por que razão nos últimos quatro anos Barcelona e a seleção da Argentina começaram a falhar de forma similar?", questiona o jornalista.
E prossegue: "Não podia haver melhor final de carreira para Messi do que completar este último trabalho, reavivar o sonho que ele e Guardiola partilharam uma vez [no Barcelona] (...) Mas o futebol não é uma série da Netflix e muito menos uma comédia romântica."
Depois, explica porquê: "Na temporada de 2009/10 o Messi recuperou a bola 2,1 vezes por jogo na Liga. Em 2001/12 esse número caiu para 1,2 e desde que Guardiola saiu nunca superou o número 1. A comparação com a ala direita do ataque do City é esclarecedora: na época passada o papel foi dividido entre Mahrez, Bernardo Silva e Sterling, que lograram 1,4 recuperações por jogo (apesar de Bernardo Silva ter sido mais eficaz neste aspeto do que Mahrez). Na época passada o Mahrez jogou 20 vezes pela direita na Premier League e fez 1,3 recuperações por jogo, enquanto Bernardo em 11 jogos consegui fazer 1,8. Os números de Mahrez, mesmo mais baixos, são superiores aos de Messi."
Por isso, explica, Messi "aumentaria a potência de ataque do City", mas esse não é um problema que os citizens tenham em mãos, pois foram a equipa que mais golos marcou na Premier League na última época. "O problema é cada vez mais sem bola e foi aí que Jürgen Klopp, oriundo da escola alemã, encontrou uma vantagem. O Guardiola sabe disso."
"O Messi não melhoraria a defesa do City, antes pelo contrário", sublinha, finalizando: "Neste momento a prioridade deve ser restabelecer o contra-ataque e reduzir as vulnerabilidades da equipa. Trazer um talento brilhante mas idiossincrático, embora dramaticamente satisfatório, parece ser uma complicação desnecessária."
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