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Diogo Jota, que no início deste mês renovou com o Liverpool até 2027, falou à 'Sky Sports' sobre a chegada aos reds em 2020, abordando também a recente política de contratações do clube. O internacional português lembrou ainda os tempos de formação, mais especificamente os anos que passou ao serviço do Gondomar e os testes que fez quando era mais jovem.
Jota começou por revelar a conversa que teve com Klopp à chegada a Inglaterra. "Ele foi claro. Cheguei para que os três da frente não ficassem satisfeitos sempre que um suplente entrava para o lugar deles. Jogar com os melhores faz-te melhor, e eu sabia que ia evoluir e que isso me ia ajudar a conseguir um lugar na equipa".
O avançado luso assumiu que Darwin, ex-Benfica, e Luis Díaz, ex-FC Porto, duas das mais recentes contratações do Liverpool, foram do seu agrado. "Estão [o Liverpool] a recrutar os melhores jogadores jovens, a construir e a reconstruir a equipa. Acho que dá para ver que temos vários jovens que são muito bons, as coisas estão a correr bem".
Questionado acerca dos tempos de formação, onde representou o Gondomar, Jota referiu as diferenças entre Portugal e Inglaterra. "Não era eu que pagava, eram os meus pais. Em Portugal, as coisas são diferentes. Eu jogava num clube pequeno, tínhamos de pagar uma mensalidade para estar lá. Só quando me transferi para o Paços de Ferreira é que comecei a receber algum dinheiro. Na minha juventude nunca joguei em equipas grandes. Tive alguns companheiros que foram para o FC Porto ou para o Benfica. Eu cheguei a fazer treinos lá, mas nunca fiquei. Era sempre um dos melhores, mas nunca o melhor. A partir do momento em que tive uma oportunidade, nunca mais a larguei. Acho que quando somos novos, acreditamos sempre. Mas acho que nunca acreditei que podia chegar ao Liverpool".
Jota explicou ainda como começou a aperfeiçoar o pé esquerdo. "Quando era mais novo, jogava no lado esquerdo do meio-campo do Gondomar num 4x3x3. Era sempre o número '8' e jogava à esquerda, portanto usava sempre esse pé porque precisava. Sinto que faço certas coisas melhor com o pé esquerdo do que com o direito. Às vezes [os adversários] dão-me a oportunidade de o usar e eu aproveito porque sei que consigo finalizar", rematou.
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