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Diogo Jota é a carta que Jürgen Klopp esconde melhor na sua manga. O técnico preferiu não abrir o jogo quanto à titularidade do avançado português na receção ao Real Madrid, em jogo a contar para a 1ª mão dos ‘quartos’ da Liga dos Campeões, mas, como muita da imprensa inglesa afirma, só se “não quiser seguir em frente” é que não aproveita o momento fulgurante do ex-Wolverhampton.
O craque luso leva seis golos nos últimos jogos e, seja de início ou a partir do banco, a verdade é que jóquer escreve-se... com Jota. E o português até promete continuar de pé quente. “Estou a marcar alguns golos e é assim que quero continuar. Estou focado em ajudar a equipa no que resta da temporada”, afirmou o dianteiro luso, de 24 anos, demonstrando ainda muito respeito pelo adversário de hoje: “Vai ser preciso muito esforço da nossa parte. Vamos ter de correr e lutar muito. A equipa com mais Ligas dos Campeões está habituada a isso.”
A habitual ‘gracinha’ de Klopp
Entre muitos elogios ao Real Madrid e um “veremos” sobre a titularidade de Jota, Klopp aproveitou soltar a habitual ‘gracinha’, desta feita foi sobre a oportunidade que teve no passado de treinar os merengues. “O meu espanhol é péssimo, mal sei pedir uma cerveja. Talvez aceitasse treinar o Maiorca”, brincou o técnico do Liverpool.
Por Daniel Lopes Monteiro