Erling Haaland venceu, esta quinta-feira, o prémio de melhor jogador do ano da Europa e, em declarações durante a cerimónia do sorteio da fase de grupos da Liga dos Campeões que decorreu hoje no Mónaco, referiu estar a "viver um sonho".
"Sinto-me bem... O que posso dizer mais? Ganhei o triplete aos 23 anos. Estou a viver um sonho, este era o meu sonho quando era mais novo. Poder conseguir tudo isto com a minha equipa é algo especial. Estou muito feliz e é algo que me dá muita motivação para continuar a trabalhar, para alcançar mais troféus, mais títulos. É mais motivação e estou muito feliz", começou por dizer.
E acrescentou: "Vou fazer o meu melhor para continuar assim. É preciso manter a cabeça limpa e acho que todos os olhos vão estar em mim e na equipa depois de ganharmos a Liga dos Campeões. Temos de estar mais preparados. Estou preparado para dar o meu melhor e para voltar a ter uma grande temporada".
O avançado noruguês foi ainda colocado perante um desafio curioso, quando questionado se tinha mais medo de Guardiola, treinador dos citizens... ou do pai, o antigo médio Alf-Inge Håland. "Boa pergunta. Às vezes o Pep [Guardiola] é um bocadinho assustador, mas o meu pai também o consegue ser... Mas é algo que gosto. Gosto quando Guardiola grita comigo, tenta colocar algo no meu cérebro que acha que não tenho. Não me estou a queixar, só me quer tornar num jogador melhor. O meu pai e eu... Discutimos muito, mas também temos momentos muito bons. Também não me estou a queixar", atirou.
A terminar, Haaland foi desafiado a referir qual a melhor maneira dos defesas o pararem. "Não era algo que me deviam perguntar a mim...", rematou.
Por Record