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Andriy Yarmolenko viu a guerra rebentar na Ucrânia um dia depois de mandar a mulher e os filhos para Kiev. O jogador do West Ham contou ao canal de YouTube 'Football 1/2/3' a angústia por que passou nos primeiros dias do conflito.
"Quando tudo começou, a 24 de fevereiro, cheguei ao treino e não conseguia falar. Só me caíam as lágrimas. Pedi ao treinador que me deixasse ir para casa e não sabia o que fazer", contou o internacional ucraniano, nascido na Rússia há 32 anos.
"Não conseguia acreditar que aquilo estava a acontecer. Mandei-os para Kiev porque o meu filho tinha um exame programado no médico. Imaginas como foi quando tudo começou na manhã seguinte? Só queria correr e bater com a cabeça na parede. Que estúpido! Enviei a minha família para Kiev e eu estava sentado em Londres", prosseguiu Yarmolenko.
A mulher e os filhos do jogador ficaram uma semana retidos em Kiev. "Quando tudo começou eu não dormia, não comia, estava constantemente ao telefone a tentar falar com a minha família", admitiu, acrescentado que teve sempre o apoio do clube. Deram-lhe a opção de não treinar, de início acedeu, mas depois teve de voltar a calçar as botas "porque estava a ficar louco".
Yarmolenko telefonou depois ao presidente da câmara da sua cidade a perguntar "o que é que o exército necessitava". "A minha mensagem é que nem todas as pessoas podem lutar. Nem todos podem disparar. Agora temos de nos ajudar uns aos outros, se não o fizermos, mais ninguém o fará. Estou certo que não seremos vencidos por nenhum país e eu estou a ajudar a minha cidade. Entendo que quando isto terminar muitas crianças não terão os seus pais. Temos de construir juntos e ajudar-nos uns aos outros."
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