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Milan em brasa: ultras vão a gala do clube e houve quem tivesse de entrar pela porta de trás

A gala de celebração do 125.º aniversário do Milan ficou na última noite marcada pela presença de um grupo de ultras, que protestou em alto e bom som. Os últimos resultados da equipa treinada por Paulo Fonseca, 8.ª classificada na Serie A, motivaram a presença dos adeptos no evento, que se fizeram acompanhar de tarjas com mensagens visando os jogadores e a direção.

"Jogadores sem fome ou dignidade, vocês representam perfeitamente os donos", podia ler-se numa das mensagens. "Diretores incompetentes, clube sem ambição. Não são dignos da nossa história", dizia outra.

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Cada jogador que entrava era assobiado ou recebido em silêncio pelos ultras; Rafael Leão foi um dos que ouviu recados e impropérios do tipo "mostrem tomates".

A 'Sky Sport Italia' relata que alguns diretores, incluindo Zlatan Ibrahimovic, Paolo Scaroni e o presidente Gerry Cardinale entraram pelas traseiras, para evitar o encontro com os ultras.

Já quando Paulo Fonseca pisou a passadeira vermelha, houve silêncio. Os adeptos culpam em primeira instância os jogadores e a direção pelo momento do clube.

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Por Isabel Dantas
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