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Buffon é mais uma baixa na Federação Italiana: «Entreguei a demissão um minuto após o jogo»

Buffon critica a Serie A e o mediatismo do futebol

O terramoto provocado pela terceira não qualificação seguida de Itália para o Mundial continua a fazer vítimas. Depois de o presidente da federação, Gabriele Gravina, ter anunciado a sua demissão, foi a vez de Gianluigi Buffon, histórico guardião italiano e até aqui chefe da delegação da seleção italiana, comunicar publicamente a saída.

"Entreguei a demissão um minuto após o jogo (com a Bósnia)", revelou o jogador em comunicado, acrescentando que lhe foi pedido que esperasse para que a poeira assentasse. "Agora que o presidente Gravina optou por se afastar, sinto-me livre para fazer aquilo que considero um acto responsável", disse.

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Reconhecendo que a seleção falhou aquele que era o seu “principal objetivo”, o agora ex-diretor federativo diz que pretende que a sua saída abra a porta à reconstrução futura da seleção. “É justo deixar que aqueles que vierem depois de mim tenham a liberdade de escolher a pessoa que considerarem mais adequada para ocupar o meu lugar”.

O agora ex-diretor federativo foi um dos responsáveis pela escolha, entre outros, do selecionador Gennaro Gattuso, que pode ser mais uma baixa na tetracampeã mundial após o mais recente desaire.

No seguimento das demissões das últimas horas, já há eleições marcadas na FIGC para determinar o sucessor de Gravina na presidência. Decorrerão a 22 de junho.

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Por André Filipe Antunes
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