Gattuso já não é selecionador de Itália: «Foi uma honra»

Gennaro Gattuso, selecionador de Itália, após falhar o apuramento para o Mundial
• Foto: AP

Gennaro Gattuso já não é selecionador italiano. O técnico anunciou a sua saída esta sexta-feira, após o , pela terceira vez consecutiva, para o Mundial.

"Foi uma honra liderar a seleção nacional", afirmou o ex-selecionador num comunicado divulgado no site da federação. Gattuso esteve no cargo durante nove meses, tendo sido escolhido em junho de 2025 para tentar levar a seleção transalpina ao primeiro Mundial em 12 anos. Algo que acabou por não acontecer.

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Na mensagem de despedida, a antiga glória do AC Milan diz que "a camisola da Azzurra é o bem mais precioso do futebol", e que a sua saída com efeitos imediatos pretende facilitar o trabalho de escolha dos futuros responsáveis federativos. "Os maiores agradecimentos vão para os adeptos, para todos os italianos que nunca deixaram de demonstrar o seu amor e apoio à seleção nacional ao longo destes meses", pode ler-se.

O treinador de 48 anos orientou a seleção nacional em oito partidas da fase de apuramento, terminando o grupo de qualificação em segundo lugar, atrás da Noruega, e acabando eliminada no play-off de acesso pela Bósnia e Herzegovina, após penálties. 

Gattuso é assim o terceiro membro da cúpula da equipa nacional a apresentar a sua demissão, seguindo-se ao presidente da Federação, Gabriele Gravina, e ao chefe da delegação, Gianluigi Buffon.

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O êxodo em questão acontece nos dias seguintes à derrota da tetracampeã mundial frente à Bósnia, que ditou mais um afastamento da fase final do Campeonato do Mundo, depois dos falhanços em se qualificar para o Rússia 2018 e Qatar 2022.

O resultado motivou um clamor de críticas em Itália e pedidos de uma revolução profunda nas lideranças federativas e na própria estrutura do futebol italiano.

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Por André Filipe Antunes
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