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Os quatro pontos de vantagem dão alguma tranquilidade à Juventus, mas a vecchia signora não pode facilitar hoje na receção ao Nápoles.
E se os napolitanos perderam nas seis visitas ao novo estádio bianconero - a última derrota dos anfitriões (2-3) foi em outubro de 2009, ainda no Olímpico de Turim -, não falta motivação aos comandados de Maurizio Sarri, mais determinados do que nunca para evitar o heptacampeonato da Juve e dar aos seus adeptos um novo título, depois dos êxitos de 1987 e 1990.
"Vamos a Turim para jogar cara a cara. Temos o 2º lugar matematicamente garantido, o objetivo está alcançado, e agora podemos divertir-nos", disse o técnico napolitano, procurando retirar pressão aos jogadores - Mário Rui deverá manter a titularidade.
Perto de bater o recorde de pontos do Nápoles na Serie A - o melhor foram os 86 de 2016/17 e ainda tem mais cinco jogos -, Sarri sabe que só a vitória interessa.
Aliás, como Allegri frisou. "Para eles será uma partida decisiva. Para nós conta mais o final da época", referiu o técnico da Juve, lembrando que ainda faltam as visitas ao Inter e à Roma, além da final da Taça com o Milan.