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José Mourinho não falou após o jogo com o AC Milan - até 'fugiu' da zona de entrevistas rápidas -, mas esta segunda-feira Tiago Pinto quebrou o silêncio da Roma relativamente às polémicas de arbitragem. Em declarações à Sky, o diretor desportivo da turma da capital apontou o dedo ao critério dos árbitros, que no seu entender tem sido sempre desfavorável à equipa comandada por José Mourinho.
"Não gosto de falar depois destes jogos, porque estou sempre nervoso e tenso, especialmente quando são jogos equilibrados como o de ontem. Creio que é um tema que pede serenidade, hoje estamos mais focados na análise. Quero também dizer que o Milan fez um grande jogo e que talvez tenha merecido a vitória. Tudo o que possa dizer da arbitragem não serve para esconder as fraquezas da Roma", deixou claro o português, que na sua longa declaração considerou que "situações similares tiveram decisões totalmente opostas", desfavoráveis à equipa da capital.
Sem elencar de forma exaustiva os erros a que se refere, Tiago Pinto destaca alguns cartões amarelos - o que tirou Lorenzo Pellegrini do dérbi com a Lazio, por exemplo -, mas também a questão dos penáltis, nomeadamente aquele que ditou o segundo golo do AC Milan no domingo e que tanto deu que falar. "Não quero falar de demasiadas situações, mas estas são claras e o critério tem sido sempre diferente, sempre ao contrário e a Roma tem sido prejudicada".
Questionado sobre o estado da equipa e os resultados alcançados até ao momento, Tiago Pinto deixou uma palavra de incentivo a Mourinho... antes de voltar ao tema da arbitragem. "Creio que vamos evoluir, porque o Mourinho apenas cá está há três, quatro meses e este processo pede tempo. Estou certo de que vamos melhorar. Mas somos todos profissionais e não podemos ignorar duas coisas: e esta é uma reflexão que vocês podem fazer também. Vi pessoas na Sky com mais credibilidade do que eu, como o Fabio Capello e outros, a falar do critério da arbitragem em comparação com outras Ligas e a Champions".
"Aqui em Itália temos jogadores de qualidade, treinadores de qualidade, uma seleção que é campeã europeia e, depois, ninguém entende o critério dos árbitros. Não consigo esconder o facto de termos sido prejudicados claramente em várias situações nestes onze jogos. Tal como somos profissionais e temos de melhorar e assumir responsabilidade, é tempo de dizer basta. A Roma, todos os seus profissionais e adeptos merecem respeito. Mas repito: não quero esconder as nossas fraquezas e o facto de termos de evoluir. Este é um tempo para nos unirmos, não apenas no problema da Roma, mas também para refletir no critério dos árbitros, porque caso contrário vamos perder credibilidade", concluiu.
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