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Pedro Santos: «A equipa que escolhemos é sempre tema de conversa»

Pedro Santos: «A equipa que escolhemos é sempre tema de conversa»
• Foto: Paulo Henriques

Concorrente há vários anos, Pedro Santos participa na Liga Record por gostar de futebol mas também muito pelo convívio com os amigos. Jogam à bola, têm uma Liga Privada e fazem jantaradas nas quais discutem as suas opções no nosso concurso. Até esta semana, nenhum dos 14 elementos dessa Liga Privada tinha conquistado qualquer prémio. Por isso, Pedro Santos não acreditou quando atendeu o nosso telefonema, pensou que estava a ser enganado pelos amigos. Nem depois de lhe dizermos o nome da equipa, os seus jogadores, etc. Nada feito. Foi preciso o vencedor telefonar para o Record para confirmar o triunfo.

“Pensei que era brincadeira, estamos sempre a brincar uns com os outros e achei que estava a ser enganado pelos amigos”, explicou, antes de contar como é a sua participação no concurso: “Normalmente só tenho uma equipa, mas esta época aproveitei a oferta de uma a quem inscrevesse três e acabei por ficar com as quatro. Uma é mais a sério, a que uso na Liga Privada, as outras era para tentar ganhar algum prémio semanal. Esta que ganhou até foi a última, daí o nome de equipa da treta.”

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Pedro Santos é sportinguista, mas este último plantel até nem conta com muitos leões. No entanto, os dois jogadores do Sporting foram decisivos.

“Este plantel tem base em três equipas, FC Porto, Nacional e Estoril. Reparei logo na sorte que tive, os dois do Sporting, Carrillo e João Mário, estavam no banco mas entraram e marcaram”, explica. Mesmo assim, não estava muito confiante na vitória.

“Vi que tinha uma boa pontuação, com 90, mas como não tinha o Carrillo a capitão, não pensei ganhar. Afinal, os 90 pontos foram suficientes. É a primeira vez que algum de nós, da nossa Liga Privada, ganha um prémio. Édifícil, porque nós temos uma regra que obriga a ir sempre a jogo, não dá para descansar. Por outro lado, falamos muito da Liga Record, a equipa que escolhemos é sempre tema de conversa”, conta o vencedor.

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Pedro Santos não é apenas um treinador de bancada. Jogou muitos anos na 2.ª Divisão B, e até no estrangeiro (Chipre). Esta época, aos 35 anos, voltou a jogar futebol, depois de duas épocas parado. “Jogo no GRAP, da Distrital de Leiria, como médio de ataque. Está a correr bem, estamos a lutar pela subida ao CNS”, remata, antes de comentar a PS4 que vai receber de prémio:“É uma prenda de Natal antecipada.”

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