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Ricardo Serrão: «Este momento iria chegar»

Ricardo Serrão: «Este momento iria chegar»
• Foto: Fernando Ferreira

Persistente. Este é um bom adjetivo para definir Ricardo Serrão, o campeão de inverno da Liga Record. Aos 50 anos, o treinador da equipa “Cheira-me a esturro” participa no nosso concurso desde a primeira edição e sempre acreditou que um dia ia conquistar um título.

“Jogo todos os anos e sabia que o momento de vencer algo iria chegar. Fiz uma boa classificação nesta jornada e estava à espera de ser contactado, a dizer que ia na frente no fim da primeira volta”, começou por afirmar, não escondendo a felicidade quando recebeu a notícia de que vai receber um computador portátil, o prémio para quem segue na frente no virar do campeonato.

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Benfiquista ferrenho, chegou a número um sem utilizar qualquer jogador do Sporting ou do FC Porto. Reconhece que poderia “ganhar com isso”, mas prefere constituir as duas equipas que tem em competição com elementos dos encarnados e do V. Guimarães.

“Se estou em primeiro devo-o aos bons desempenhos destas equipas. Quando o André André fez o hat trick, era o meu capitão. Nesta última jornada tinha o Talisca. Não marcou, mas o Benfica goleou e tenho sete jogadores, o que ajudou a recuperar os dois pontos de desvantagem que tinha para o primeiro”, justificou o ex-jogador de futsal, que chegou a ser campeão nacional pelo Sporting no início dos anos 90. Uma lesão no joelho afastou-o dos pavilhões, mas agora dá cartas como treinador… de bancada!

Ricardo Serrão gasta entre três e quatro horas por semana com a Liga Record. “Estou sempre atento aos lesionados e castigados. Faço alterações. Dedico-me muito a isto”, assinalou, antes de ir festejar com alguns dos 25 amigos que compõem a liga privada na qual concorre.

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