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Catarina Martins anunciou esta terça-feira que vai deixar a liderança de Bloco de Esquerda em maio, não se recandidatando à liderança do partido na próxima convenção do partido.
A líder bloquista diz que é tempo de preparar o BE para a fase política que aí vem e que, com a sua saída, o partido terá "renovada energia" para o combate político.
"Este é o momento para que a coordenação do Bloco seja assumida por outra pessoa", afirmou Catarina Martins numa conferência de imprensa na sede do Bloco, em Lisboa, adiantando que "o que mudou agora é instabilidade da maioria abolsuta". "No país não há quem não veja agora que a maioria absoluta tem servido apadrinhamento de favores", sublinhou.
Para a coordenadora bloquista, a "crise larvar multiplicada dentro do Governo" a levou a decidir que é tempo de uma mudança no seu partido. "No BE não há episódios longos de funções como a coordenação, mas o que me fez decidir neste momento é pensar que é agora que o Bloco de Esquerda deve preparar o tempo que ai vem."
No entender de Catarina Martins, "o BE deve juntar a máxima capacidade de transformação", pelo que "esta renovação vai multiplicar a energia do Bloco". E elencou os temas pelos quais o futuro líder deverá elencar a atuação política: as carreiras nas escolas, a exclusividade na saúde, o fim da discriminação e a habitação sem especulação.
A coordenadora do partido não quis, contudo, adiantar se se manterá como deputada após a saída da liderança nem indicar o nome que apoiará para a coordenação do BE na próxima convenção, no mês de maio. E resumiu o seu futuro político com um "não vou andar por aí". "Estou aqui, sou daqui, vou estar em todas as lutas."
A deputada Mariana Mortágua, que integra a atual Mesa Nacional do BE, tem sido um dos nomes apontados para substituir Catarina Martins na liderança, tal como o líder parlamentar Pedro Filipe Soares e a eurodeputada Marisa Matias.
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