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O Ezequiel mais o Sérgio, o Ema e o Zé Cabeça Batem-se numa suecada; o Fredi abriu a tenda e bate uma sorna; o Cláudio «esticou-se» no jipe enquanto a Cláudia trata de tranquilizar a família; os restantes procuram enganar o tempo de formas várias – o Marco «Asinha» trata do estomâgo uma vez mais, o Ricardo «Vieira» tenta aumentar o reportório das anedotas, a Isabel trata das fotos e o Bruno de arrumar as «minis» (vazias, claro está), enquanto o Rui procura «enganar» a tropa e tirar-nos daqui para fora. Estamos em Ouargia, encostados ao quartel da polícia, desde as onze da manhã desta quinta-feira e ainda não sabemos se vamos ou não partir para Djanet. Houve, por conseguinte, que ser muito paciente. Afinal, estamos em África…
Na quarta-feira visitámos um local histórico – a velhíssima cidade de Beni-Isguen, com o seu souk, as suas vielas onde de vez em quando nos cruzamos com «fantasmas» - mulheres totalmente cobertas com um manto branco que mal dão conta da nossa presença de imediato se escondem no vão de escada mais próximo para não serem fotografadas - , o seu cemitério e a sua mesquita, sempre guiados por Mhamed Ibrahim, um velho guia que se auto-intitula com alguma graça Guid Touristique Parisien. As imagens da Isabel mostram bem porque razão mereceu ser considerado Património da Humanidade. De volta a Ghardaia, fizeram-se as últimas compras – frutas, vegetais, carne (o chef Carlos vai elaborar uma caldeirada de borrego) e até sardinhas (que o especialista Fredi logo desaconselhou, tanta era a sua frescura) e os inevitáveis «recuerdos».
Deixámos o parque de campismo, escolta policial à nossa frente, quando uma das máquinas começou a fazer um tica tica tica. Parámos e depois de testes e observações várias, a solução foi retirar passageiros e bagagem, levar o jipe para Ghardaia (daqui, ele seguirá até Oran, onde o recolheremos para o ferry) e distribuir passageiros pelas outras viaturas. Foi um contratempo que, para além do incómodo causado, fez com que duas garrafas de gin fossem à vida enquanto se esperava pelo regresso do azarado condutor. E isto, sim, foi grave. Mas mantivemos a calma: ainda há muita «mini»…
Azar esse que nos fez perder algumas horas pois, retomado o caminho, fomos obrigados a pernoitar junto a um quartel da polícia. Porquê? Porque quando as escoltas são efectuadas pela polícia é obrigatório estas retornarem ao ponto onde as iniciaram ainda de dia, o que no caso seria impossível dada a distância a percorrer até ao próximo ponto de rendição. A razão poderá nem ser esta, mas é a explicação oficial. E por isso ali montámos acampamento, fizemos o jantar e dormimos um par de horas.
No dia seguinte, quinta-feira, ainda não nascera o sol já nos preparávamos para um pequeno almoço frugal enquanto aguardávamos pela chegada da nossa escolta. E ela chegou, mas com uma hora de atraso em relação ao acertado, o que acabaria por provocar outra complicação e mais uma paragem forçada uns quilómetros adiante, como digo no início do texto. E aqui ficámos, até sermos autorizados, já a meio da tarde!, a seguir para um hotel situado nos arredores, o qual, registe-se, surpreendeu pela boa qualidade das instalações. Aliás, a cidade parece ser rica, desenvolvida, dado estar numa zona onde estão localizadas empresas internacionais ligadas à exploração do gás natural de que a Argélia é grande produtor. Não nos foi possível ter uma opinião mais bem fundamentada, pois só do hotel sairemos (a uma hora imprópria, 5 da matina, apesar de a hora de levantar não ter nada a ver com aquela a que nos deitámos) para caminhar para o grande mar de areia que é o Grande Erg Oriental.
Por Eládio Paramés
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