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Paulo Fidalgo, treinador-adjunto de Portugal, assumiu os destinos da equipa a partir do banco face ao castigo de Paulo Jorge Pereira. No fim da partida, analisou as incidências da derrota lusa (30-26) na estreia do Mundial de andebol, ante a Islândia.
"Devemos estar orgulhosos dos nossos rapazes. Foi um jogo muito difícil. Não começámos bem, mas depois, passo a passo, reentrámos no jogo, com bons momentos tanto ofensivos, como defensivos. Lutámos muito, mas tivemos azar com algumas decisões. Fomos para o intervalo com um bom resultado e a segunda parte foi um pouco semelhante. Voltámos a começar mal, mas voltámos ao jogo e tivemos três oportunidades para passar para a frente. Mas volto a dizer que temos de estar orgulhosos pelo trabalho que fizemos", começou por dizer, sem deitar a toalha ao chão quanto às aspirações lusas na restante prova.
"Sabemos que vai ser um longo campeonato e com muitos jogos e os nossos rapazes vão dar uma boa resposta já no próximo jogo. Esta seleção da Islândia tem um poder ofensivo muito grande. O nosso objetivo de passar aos quartos de final continua intacto", acrescentou.
Pedro Portela: «A Islândia foi melhor»
"Entrámos mal, perdemos algumas bolas, que colocaram uma diferença de cinco golos na partida. Depois, recuperámos da desvantagem, voltámos ao jogo e foi uma luta enorme na primeira parte. Na segunda parte, voltámos a perder o controlo, pudemos passar para a frente, mas falhámos remates em momentos decisivos. A Islândia foi melhor, temos de lhes dar os parabéns e continuar o nosso trabalho. Mas vamos dar uma boa resposta para ir com dois pontos para o 'main round'".
Por Lusa