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Alberto Chaíça está finalmente a treinar-se sem problemas, após 3 meses com uma lesão nos tendões rotulianos dos joelhos e zonas envolventes, que quase o levavam ao desespero.
Está a treinar-se sem limitações há 2 semanas, com vista à maratona do Europeu de Gotemburgo, em Agosto, e afirma que partirá com ideia numa medalha… individual e colectivamente. "Cheguei a pensar no pior, no final da carreira", recorda.
Desespero
"Foi a lesão mais complicada que tive. Já fui operado duas vezes a hérnias inguinais, tive o problema nos ísquio-tibiais resultante da maratona do Mundial do ano passado, mas esta foi a pior, pois não via solução”, recorda, explicando a seguir todo o processo.
“Consultei vários médicos e fisioterapeutas, em Portugal e até em Vigo (Espanha), onde fazia as palmilhas especiais que uso nos sapatos, e ninguém me conseguia resolver o problema. Quem me deu ânimo, para além, claro, do meu treinador Américo Brito, que está sempre comigo, foram os fisioterapeutas Faustino Mestre e Armando Jorge, em conjunto com o dr. Pedro Branco, médico da Federação. Foram eles que não me deixaram atirar a toalha ao chão… eu sou um lutador, mas ao fim de 3 meses sem sentir melhoras, comecei a desesperar", acrescentou o atleta da Conforlimpa, de 32 anos, uma das esperanças portuguesas para o Europeu. "Passei horas muito negras mas, finalmente, começo a ver o céu mais azul novamente…", refere.
Ambição
O treinador, Américo Brito, diz que haverá novas avaliações em final de Maio, quando o atleta intensificar os treinos com vista à maratona de Agosto. Maratona que Chaíça encara com confiança. "Sim, não posso dizer que não pense numa medalha. Seria hipocrisia da minha parte se o negasse. Face às classificações que tenho obtido em grandes competições, claro que sou candidato e tudo farei para o confirmar."
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