ALBERTO Maravilha ganhou, domingo, os 10 Km de Odivelas, uma nova prova organizada pelo Barcelona’92 que levou aquela cidade dos arredores de Lisboa alguns bons valores. O atleta sportinguista, que desistira nos 10 000 metros do Challenge Europeu (Série B) na véspera, ganhou sem grandes dificuldades, isolando-se do algarvio Carlos Calado (Areias de S. João) na última subida, a cerca de 700 metros da meta. Gastou 30.39, contra 30.45 de Calado. Seguiram-se-lhes João Marques (30.56), José Dias (31.23), ambos da Conforlimpa, Vítor Vasco, ND Silva (31.26) e Raimundo Santos, Marinhense (31.50). No sector feminino, a regressada Teresa Nunes (FC Porto) foi a 75ª da geral e ganhou em 37.03, contra 37.44 da veterana Lucília Soares e 38.10 de Sandra Amaro, ambas do Odivelas. Concluíram a prova 919 concorrentes, num percurso de duas voltas com algumas subidas difíceis.
Entretanto, atletas africanos dominaram por completo o VI Grande Prémio do Fundão ”Cerejeiras em Flor”. Os melhores portugueses foram Aires Sousa (4º), seguido de Henrique Crisóstomo e Carlos Patrício, e Fátima Cabral (3ª).
PEDRO RODRIGUES: 50,17 NA ÁFRICA DO SUL
Uma semana depois de ter conseguido o mínimo olímpico (49,90) aos 400 m barreiras em Pretória (49,78), Pedro Rodrigues foi sexto noutra prova, na Cidade do Cabo, com 50,17. O vencedor voltou a ser o sul-africano Llewellyn Herbert, com 49,15. Neste ”meeting”, Michael Johnson dominou os 400 m, com o excelente tempo de 43,9 (manual, por avaria da aparelhagem electrónica...). Destaque ainda para o júnior local Mbulaeni Mulandzi, vencedor dos 800 m em 1.45,78, para os 79,95 do grego Alexandros Papadinitriou no martelo e para os 5,80 do alemão Tim Lobinger na vara.
PISTA COBERTA: MUNDIAIS NOS ANOS PARES
A fim de se desencontrarem com os Mundiais de ar livre, os Campeonatos do Mundo de pista coberta passarão a realizar-se nos anos pares, decidiu a Federação Internacional, cujo conselho está reunido em Paris. Assim, depois do Mundial de Lisboa’2001, realizar-se-ão os de 2003 (Budapeste ou Birmingham) e 2004, passando os Europeus para os anos ímpares.
ARONS DE CARVALHO
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