_
A atleta sul-africana Caster Semenya perdeu o recurso apresentado perante o Supremo Tribunal Federal Suíço, com base no qual pretendia competir sem ter de passar por um tratamento hormonal.
A decisão, esta terça-feira divulgada, rejeita em nome da "equidade desportiva" a pretensão de Semenya, que assim continua obrigada a fazer tratamento hormonal para baixar a taxa de testosterona, isto se quiser competir como atleta em competições oficiais.
Semenya, que tem hiperandrogenia, tem mantido um 'braço de ferro' sobro o assunto com a World Athletics desde 2009 e promete não desistir: já anunciou recurso para todas as instituições nacionais e internacionais.
O tribunal dá razão ao Tribunal Arbitral do Desporto (a entidade recorrida) e reconhece que quem tenha a variação genética '46 XY DSD' não pode dar garantias de competição justa nas disciplinas de meio-fundo, como os 800 e 1.500 metros.
Senemya, atual campeã olímpica de 800 metros, fica impedida de correr desde os 400 metros até à milha, se não concordar em baixar com apoio médico os seus anormalmente altos níveis de testosterona.
Por LusaAtleta portuguesa ficou em 12.º no Urban Trail de Lille
É o segundo português de sempre a baixar dos 28 minutos. Foi 17.º na prova gaulesa
Campeão mundial do salto em comprimento de pista curta
Hyberic Run já tem mais de 500 inscritos e conta com o apoio do Município e do emblema flaviense
Antigo jogador investigado por fuga aos impostos
Jovem do Corinthians está a participar na competição em Portugal com um selecionado do Brasil
Ítalo-argentino apelida o técnico como um "maníaco da linha de fora de jogo"
Lateral esquerdo foi apresentado no Forte Virtus, do terceiro escalão
Ex-jogador e agora comunicador recorda episódio curioso em entrevista à 'Sábado'