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Duas semanas após o Benfica dar conta da sua saída, Dennis Clifford anunciou o fim da carreira, aos 30 anos. O poste - que tinha mais uma temporada de contrato com as águias - revelou que deixou de sentir vontade de praticar a modalidade profissionalmente e que pretende dedicar-se a outras áreas, de forma a "libertar-se da escravidão financeira".
"É altura de um novo capítulo. Os últimos anos trouxeram-me novos desafios. O maior de todos o facto de estar a envelhecer e não uso esta frase no sentido literal, pois sinto que, fisicamente, posso continuar a jogar até aos 55 anos. Sou teimoso até esse ponto. Estou a ficar 'velho' porque há outras coisas que quero alcançar na minha vida e é-me difícil justificar 10 meses e meio em que sou consumido fisica, mental e emocionalmente pela temporada basquetebolística, longe da minha família. Tenho 30 anos e se a minha carreira tivesse sido mais sustentável, talvez ainda jogasse. Mas não é o caso, e está tudo ok", começou por dizer o agora ex-jogador norte-americano, numa publicação no Linkedin onde enumera as três razões para o abandono dos pavilhões.
"1. Não quero sentir que estou a desperdiçar tempo. Dois treinos por dia, ouvir um treinador que, frequentemente, sabe menos do que eu. É de 8 de agosto até meio de junho, ano após ano...
2. A minha carreira estagnou. Eu e o basquetebol entrámos num impasse e não estou a produzir tanto quanto esperava no início da minha carreira. A chama já não está lá. Isso acontece porque a minha cabeça quer mais do que este tipo de vida. Quero construir algo mais importante.
3. Preciso e quero mais coisas. Coisas diferentes. Tenho uma visão para o meu futuro e passar a casa dos 30 anos a jogar basquetebol 24 horas, sete dias por semana, não entra nessa visão. Quero construir algo que tenha impacto e significado para outras pessoas. Quero construir o meu próprio império de negócios. Quero libertar-me da escravidão financeira. E ainda que recebas muito mais, jogar basquetebol além-fronteiras é ainda escravidão financeira".
Clifford revelou que nos últimos tempos já encetou vários ensaios no sentido de trocar o basquetebol por uma outra carreira, ligada ao marketing e ao treino. "Tenho participado em algumas startups (tenho uma boa percentagem numa delas), sou copywriter em regime de freelance e lancei a minha própria empresa de marketing digital. (...) Passei os últimos meses a tentar construir a minha empresa de marketing digital, direcionada para personal trainers. Personal training é algo que sempre me apaixonou durante a minha carreira e agora sinto que esta é a melhor forma de servir as pessoas."
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