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Miguel Queiroz acaba de se sagrar campeão nacional pelo FC Porto, mas agora o foco é a Seleção Nacional, que está concentrada em Matosinhos, a preparar os dois últimos jogos da primeira fase de apuramento para o Mundial de 2027: dia 2 de julho diante de Montenegro e dia 5 do mesmo mês, em Atenas, face à Grécia.
Para o poste de 34 anos, capitão do FC Porto e da Seleção, estes compromissos marcam o seu regresso às ordens de Mário Gomes, depois de ter falhado os últimos jogos devido a uma grave lesão.
"O grupo é muito unido, por isso está igual, já estamos a trabalhar há muito tempo, já nos conhecemos muito bem, o ambiente é incrível e continua tudo igual. Sinto-me muito bem e estou muito feliz por estar de volta. Queria ter ajudado a Seleção antes, mas infelizmente não consegui, mas estou aqui com a força toda para ajudar a Seleção e tentar ir ao Mundial do Qatar em 2027", destacou Queiroz, para quem confiança é a palavra de ordem para Portugal chegar ao objetivo, dando o mote para o duplo compromisso, até porque Portugal é 2.º na poule, bastando uma vitória para confirmar o apuramento para a fase seguinte, para onde transitam os três primeiros.
"Os jogos desta fase contam para a fase seguinte, e só dependemos de nós para passar, mas também somar vitórias em todos os jogos é também bastante importante. Por isso, temos aqui [em Matosinhos] o primeiro jogo contra Montenegro, já fomos lá ganhar, sabendo que é capaz de fazer mais e melhor do que fez em casa [Portugal venceu por 83-62], mas nós também somos capazes de fazer mais e melhor. Vai ser um jogo complicado, que acreditamos muito que podemos ganhar", constatou o capitão,
Segue-se depois o embate na Grécia, com respeito, mas sem medo. "Uma deslocação certamente difícil, contra uma das melhores equipas europeias, mas também já provamos, num passado recente, que conseguimos competir contra as melhores equipas e vamos lá de peito aberto, cabeça levantada, sem medo de ninguém, mas a respeitar toda a gente e tentar ganhar o jogo".
Sem Nemias Queta, por estar a tratar do seu futuro na NBA, como explicou o selecionador nacional, e mais recentemente sem Gonçalo Delgado (FC Porto, devido a lesão, Mário Gomes trabalha com 13 jogadores:
Bases: Anthony da Silva (Évreux, Fra), Diogo Ventura (Sporting), Francisco Amarante (Sporting) e Rafael Lisboa (Ourense, Esp).
Extremos: André Cruz (Sporting), Diogo Brito (Obradoiro, Esp), Nuno Sá (Palmer BM, Esp), Travante Williams (Rouanne Basket, Fra) e Vladyslav Voytso (FC Porto).
Postes: Cândido Sá (Sp. Braga), Daniel Relvão (Benfica), Miguel Queiroz (FC Porto) e Ricardo Monteiro (Sp. Braga).
Por Record