A NBA está a ser tomada pelo coronavírus, depois dos casos positivos de Donovan Mitchell e Rudy Gobert, colegas de equipa dos Utah Jazz. A pandemia levou à suspensão da competição na passada quinta-feira, o que colocou em dificuldades milhares de funcionários dos vários pavilhões nos Estados Unidos da América. Conscientes do problema, o grego Giannis Antetokounmpo (Milwaukee Bucks) e Zion Williamson (New Orleans Pelicans) utilizaram as redes sociais esta sexta-feira para garantir que não vão deixar desamparados os trabalhadores das respetivas franchises em função da pandemia, que só recebem ordenado em função de cada encontro jogado, o que na prática quer dizer que muitos não receberão qualquer contribuição nos próximos 30 dias.
Depois de Kevin Love (Cleveland Cavaliers) ter sido o pioneiro, Antetokounmpo doou esta sexta-feira 100 mil dólares para serem distribuídos pelo staff do Fiserv Forum, casa dos Bucks. O exemplo foi replicado por Zon Williamson, que recorreu ao Instagram para escrever uma emotiva mensagem. "As pessoas de Nova Orleães foram incrivelmente acolhedoras desde junho e algumas das mais especiais conheci entre aqueles que trabalham no Smoothie King Center. São eles que tornam os nossos jogos possíveis", reconheceu a escolha nº 1 do draft de 2019, que revelou que vai responsabilizar-se pelo pagamento integral dos salários dos trabalhadores.
No entanto, a onda solidária é transversal a mais desportos americanos. Na NHL, o guardião russo Sergei Bobrovsky, dos Florida Panthers, do hóquei no gelo, também anunciou um donativo de 100 mil dólares para os trabalhadores em part-time da arena dos Panthers, gesto que foi seguido pelos seus colegas de equipa. A Ilitch Companies, grupo que detém os Detroit Red Wings (NHL) e os Detroi Tigers (MLB) criaram um fundo de 1 milhão de dólares para os funcionários.
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