A equipa Jumbo-Visma decidiu esta quarta-feira não participar nas provas de ciclismo agendadas para este fim de semana em Itália, seguindo uma recomendação do Ministério dos Negócios Estrangeiros holandês relacionada com a epidemia de Covid-19.
"Sabemos que qualquer equipa que viaje para Itália ficará, muito provavelmente, impedida de competir noutros países. O nosso objetivo é salvaguardar a temporada no seu todo e não apenas um par de corridas", esclareceu a formação holandesa em comunicado.
A Jumbo-Visma revela que a decisão de não participar na Strade Bianche, agendada para sábado, e no Grande Prémio Industria, que vai decorrer no dia seguinte, teve por base "a recomendação do Ministério dos Negócios Estrangeiros dos Países Baixos".
"Estou permanentemente a considerar e a agir no interesse da saúde e das condições de trabalho dos nossos ciclistas e 'staff', e isso inclui, por exemplo, evitar que sejam sujeitos a uma quarentena no estrangeiro", declarou o diretor geral da equipa, Richard Plugge.
A formação holandesa adianta ainda a possibilidade de estar ausente de todas as corridas italianas agendadas para março, nomeadamente o Tirreno-Adriático (11 a 17 de março) e a clássica Milão-San Remo (21 de março).
Hoje, o diretor da Strade Bianche, do Tirreno-Adriático e Milão-San Remo, Mauro Vegni, admitiu que as corridas podem ser canceladas ou adiadas para junho ou setembro, caso o Governo italiano aprove medidas adicionais para conter a propagação da epidemia Covid-19.
Na segunda-feira, a RCS Sport, entidade organizadora das provas italianas, informou as equipas que as corridas iriam mesmo acontecer.
Hoje, o ministro dos Desportos, Vincenzo Spadafora, admitiu que o Governo poderá ordenar que os jogos profissionais de futebol e outras atividades desportivas decorram à porta fechada.
O surto de Covid-19, detetado em dezembro, na China, e que pode causar infeções respiratórias como pneumonia, já provocou mais de 2.000 contágios e 79 mortes em Itália e cerca de 3.200 mortos em todo o mundo, tendo infetado mais de 93 mil pessoas em 78 países, incluindo cinco em Portugal.
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