_
Ricardo Vilela assumiu esta sexta-feira em tribunal que usava substâncias dopantes como atleta do W52-FC Porto e fazia-o de livre vontade.
"Assumo os factos acusados e fazia para aumentar o rendimento. Estou arrependido. O que me levou a fazer isto é a ambição, o querermos fazer sempre mais. Comprava os produtos por minha conta", afirmou o atleta que disse auferir um contrato anual de 20 mil euros, mas não especificou o valor que despendia para a aquisição das substâncias dopantes: 18 no total encontradas num saco com o nome do ciclista.
Ricardo Vilela admitiu ainda que recebia indicações de Nuno Ribeiro para as dosagens do doping: "dizia-me algumas coisas, trocávamos ideias. Perguntava-lhe se podia tomar os produtos e tinha que lhe dizer o que tomava enquanto responsável da equipa. Comecei a tomar em 2021."
"Entreguei sacos do meu sangue ao Nuno Ribeiro antes das provas. Ele também me ligava para tomar produtos dopantes."
Campeão da Alentejana ofereceu à Efapel a primeira prova por etapas desde a chegada de José Azevedo
Campeão nacional de Porto Rico, de 25 anos, está de volta ao pelotão nacional
Jaume Guardeño, companheiro de Iuri Leitão, foi transportado de helicóptero para o hospital
António Morgado acabou em 25.º lugar
Rute Cardoso contribuiu com o seu testemunho para a biografia oficial do internacional português que vai ser lançada no dia 9
Ex-jogador e agora comunicador recorda episódio curioso em entrevista à 'Sábado'
Começaram a namorar com 15 anos, em Gondomar, viveram pela primeira vez juntos em Madrid e tiveram três filhos
Nervos estiveram à flor da pele durante a cobrança dos penáltis, que viria a determinar o vencedor da partida
'Tuttosport' avança que clube italiano fez nova tentativa pelo internacional português
Internacional bósnio de 40 anos trabalhou com portugueses na Roma