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Ricardo Vilela assumiu esta sexta-feira em tribunal que usava substâncias dopantes como atleta do W52-FC Porto e fazia-o de livre vontade.
"Assumo os factos acusados e fazia para aumentar o rendimento. Estou arrependido. O que me levou a fazer isto é a ambição, o querermos fazer sempre mais. Comprava os produtos por minha conta", afirmou o atleta que disse auferir um contrato anual de 20 mil euros, mas não especificou o valor que despendia para a aquisição das substâncias dopantes: 18 no total encontradas num saco com o nome do ciclista.
Ricardo Vilela admitiu ainda que recebia indicações de Nuno Ribeiro para as dosagens do doping: "dizia-me algumas coisas, trocávamos ideias. Perguntava-lhe se podia tomar os produtos e tinha que lhe dizer o que tomava enquanto responsável da equipa. Comecei a tomar em 2021."
"Entreguei sacos do meu sangue ao Nuno Ribeiro antes das provas. Ele também me ligava para tomar produtos dopantes."
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