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João Almeida e a super equipa no Tour: «Se alguém não estiver alinhado, talvez tenhamos um problema»

• Foto: UAE Team Emirates

O Tour ainda está a muitos meses de distância, mas os fãs do ciclismo já contam os dias à espera do arranque da Grande Boucle. Muito por conta da super equipa que a UAE Team Emirates se prepara para levar, com Tadej Pogacar, João Almeida, Juan Ayuso, Pavel Sivakov, Marc Soler e Adam Yates. Uma formação de luxo, é certo, mas que pode resultar muito mal caso haja algum conflito de egos, como sucedeu (em parte) na Vuelta do ano passado com a Jumbo-Visma. João Almeida assume haver o perigo disso suceder, mas confia que tudo dará certo.

"Acho que se todos estivermos alinhados, pode funcionar muito bem. Mas se alguém não estiver, então talvez tenhamos um problema. Aí caberá aos diretores decidir. Eu apenas farei o meu trabalho. Apenas consigo controlar aquilo que faço, não o que os outros fazem", considerou o português, em declarações ao portal GCN.

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Na mesma entrevista, Almeida explicou ainda a aposta em fazer o Tour este ano. "Foi uma decisão minha. Já queria fazê-lo no ano passado, mas como tive Covid em 2022 e queria um pódio [no Giro], não consegui ir antes. Antes de avançar para o Tour, queria ter um pódio. Consegui-o em 2023 [no Giro] e agora quero virar a página e ir para a próxima", explicou o português.

E quais serão as ambições para esssa estreia na prova gaulesa? "Se puder ganhar uma etapa, seria um sonho tornado realidade. Um pódio seria fantástico. E, claro, uma vitória seria quase como 'está feito' em termos de carreira. Não iria retirar-me, porque tenho de continuar a trabalhar, mas ficaria muitíssimo satisfeito. Quero sempre mais. Essa febre da competição, é isso que me guia".

Por Record
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