Tadej Pogacar conquistou este domingo a sua terceira Volta a França da carreira, fechando as três semanas de completo domínio com nova vitória, a 6.ª da presente edição, depois de dois anos no segundo lugar do pódio.
"Não consigo descrever o quão feliz estou por conseguir isto, depois de dois anos difíceis no Tour. Este ano fizemos tudo na perfeição. É incrível poder ganhar de novo. Esta é a primeira Grande Volta em que estive confiante todos os dias, até no Giro me lembro de um dia mau, mas não vou dizer qual. Já o Tour foi incrível, foi um prazer desde o primeiro dia até hoje", afirmou o camisola amarela, visivelmente emocionado.
No contrarrelógio final, que ligou Mônaco a Nice, Pogacar voltou a mostrar que só sabe correr para vencer, batendo o rival Jonas Vingegaard (Visma) por um minuto.
"Foi um bom começo no Mónaco, no circuito de F1, um dos melhores circuitos do mundo. No início, ouvia a diferença com Remco Evenepoel no meu auricular, mas não fazia ideia das outras diferenças de tempo. No final, senti-me muito bem no topo da primeira subida, onde treinei muitas vezes com a Urska [parceira de Tadej Pogacar]. Ela detesta que eu faça sempre esses caminhos com ela nos treinos. Foi por isso que quis mostrar que a nossa preparação não foi em vão", brincou o ciclista da Emirates que, aos 25 anos, conta com 17 triunfos em etapas na prova francesa, algo nunca antes alcançado com esta idade.
Para adicionar à histórica exibição, 'Pogi' é o primeiro ciclista desde 1998 com Marco Pantani a ganhar a dobradinha Giro-Tour. "Isso também é incrível. Nunca imaginei. Algumas pessoas achavam que o Giro era uma forma de me proteger caso não ganhasse o Tour. E mesmo se tivesse ganho apenas o Giro, já teria sido um ano incrível para mim. Mas ganhar os dois é um nível diferente. Estou orgulhoso pelo termos feito desta forma", afirmou, já de olhos no próximo triunfo.
"O Mathieu van der Poel fica bem com a camisola arco-íris, mas eu também gostaria de a ganhar", atirou sobre a possibilidade de se tornar campeão do mundo, naquela que é, aos seus olhos, a "melhor geração de sempre do ciclismo."
R.B.
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