Com o grupo dos favoritos a permitir ontem que uma fuga chegasse com mais de sete minutos de avanço, eis que outro Tour começa este sábado, com o regresso da alta montanha. E até ao final da prova, no dia 26, ‘só’ haverá, à partida, uma etapa, a 17, que pode ser mais tranquila no que à luta pela camisola amarela diz respeito. É que todas as outras tem percurso muito montanhoso e até a chegada a Paris, com quatro três passagens por Montmatre, pode fazer diferenças. E pelo meio (16ª) há ainda o contrarrelógio...
Tadej Pogacar inicia esta segunda metade decisiva com mais de três minutos de vantagem, mas a história já provou que nada está ganho. E até a etapa de ontem revelou isso mesmo, com a fuga a ter muitos elementos e larga vantagem, que permitiu a Tom Pidcock ficar a escassos segundos do pódio na geral, subindo seis posições... Uma situação até que agradou a Pogacar.
“Sabíamos que ia ser uma jornada difícil e beneficiou-nos o Pidcock estar na frente, pois isso obrigou a outras equipas a ‘rodar’ na perseguição. Conseguimos descansar nos últimos 30 km”, explicou o líder do Tour, expectante, de resto, para a etapa de hoje.“É um bom lugar para fazer ciclismo e para desfrutar do ambiente e do público”.
Confira aqui as etapas que faltam
Príncipe pediu Pogi na Vuelta
O dia de ontem ficou ainda marcado pela revelação do príncipe Alberto do Mónaco, que recebeu de Pogacar a promessa de que vai participar na Vuelta, que arranca dia 22 de agosto, precisamente no principado do Mónaco.
“Se o príncipe disse, há muitas possibilidades”, respondeu depois o ciclista da Emirates quando confrontado com as declarações de Alberto.