Rafael Reis está a viver dias de grande emoção, depois de ter sido o protagonista no prólogo e na chegada a Setúbal, região de onde é natural, levando até que o castelo de Palmela estivesse iluminado com a cor amarela. Mas o ciclista da Efapel reconhece que hoje a história será outra.
"A subida para a Torre não é para mim. Mas há colegas bem posicionados na geral", frisou, em alusão por exemplo a António Carvalho (8º), que é a aposta da equipa para a geral, apesar de Ruben Pereira continuar a dizer que a Efapel está na Volta a Portugal para "ir dia a dia" e não com o "objetivo de discutir a geral".
Seja como for, o diretor desportivo reconhece que será o terreno a ditar quem é ou não candidato. "A Torre, acima de tudo, vai pôr cada um no seu lugar, não vai ser amiga de ninguém. A subida vai decidir quem são os mais fortes desta Volta a Portugal".
Por Record