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Um dos pontos mais críticos da realização do Campeonato do Mundo WAKO em Albufeira foi a questão do controlo antidoping, que levou até a um episódio que Carlos Ramjanali apelida de "ridículo".
RECORD – Falou-nos da questão do controlo antidoping...
CR - Tivemos aqui um episódio que senti um pouco vergonha alheia... A WADA, como é habitual, sendo entidade máxima do antidoping, comunicou com o ADOP e estes, depois de vários dias de reuniões internas, disseram que não podiam [vir], porque não era uma federação reconhecida, sendo que o evento não teve intervenção de nenhuma federação local. Arranjou-se uma forma de fazer os testes através de uma solução externa mas numa reunião com todos os intervenientes senti vergonha alheia quando ouvi responsáveis da WADA dizerem que, se o evento é legal, já percebemos que a vossa decisão é política. Julgo que haja até penalizações para uma questão destas mas o dano da imagem está lá. E pode piorar nos próximos eventos que fizermos.
Por Fábio Lima