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FCE3 avança apesar de tentativas da FPKMT para travar o evento

A Federação Portuguesa de Kickboxing e Muay Thai (FPKMT) tentou, através de uma providência cautelar remetida ao Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) suspender a realização do evento FCE3 desta noite, no Campo Pequeno, juntando cópia das queixas apresentadas junto da cúpula desportiva nacional, designadamente a Secretaria de Estado do Desporto, o Presidente do IPDJ e o Presidente do COP. O TAD remeteu o caso, nos termos da lei, para a presidente do Tribunal Administrativo do Sul e este decidiu que a ação da FPKMT foi apresentada junto de um Tribunal incompetente para decidir este caso.

"Felizmente a FPKMT não logrou, apesar de todos os seus esforços, travar um evento com suporte legal e constitucional", começou por dizer Carlos Ramjanali, CEO da WAKO Pro, entidade internacional que dá suporte ao evento.

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"Estive sempre sereno e de consciência tranquila. Confio na lei, nos nossos advogados e no suporte incrível dado pela equipa da WAKO Pro neste capítulo", enalteceu Vartan Haceatrean, o presidente do FCE, organização que organiza este evento que reúne na capital portuguesa os melhores do kickboxing.

Sobre o facto de uma vice presidente da FPKMT ter sido recém nomeada para idêntico cargo de um órgão do TAD, Vartan assume que não pensou muito nisso. "Inicialmente lembraram-me disso, mas cheguei à conclusão que o TAD é uma entidade transparente e não cederia a nenhuma pressão, caso houvesse", reconheceu.

Já Carlos Ramjanali foi mais contundente sobre o resultado destas providências. "Quem ganhou aqui foi o direito ao desporto e à cultura, a liberdade da iniciativa económica. Venceu a legalidade perante uma federação que, ela sim, desde que foi expulsa da WAKO há mais de dois anos, ainda está - mas a violar a lei - dotada do estatuto de utilidade desportiva na modalidade de kickboxing. Não se entende estas tentativas desesperadas, e já agora frustradas, de a todo o custo tentar bloquear eventos legais. A FPKMT não se cansa de se envergonhar e, pior ainda, envergonhar o país. Foi uma vergonha quando foi expulsa da WAKO pelas razões que foi e, a arrepio de uma utilidade pública que já não devia ter, presta os dinheiros públicos a estes tristes serviços, contra a modalidade que devia respeitar e elevar", rematou.

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Por Record
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