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O wrestling continua a ter uma legião de seguidores por todo o mundo. Há quem defenda que a Meca do entretenimento desportivo é os Estados Unidos, especialmente pela força mediática da World Wrestling Entertainment (WWE), mas em países como Japão ou Inglaterra os adeptos da modalidade são mais do que muitos. Em Portugal as organizações continuam a lutar de forma férrea para manter o espírito vivo mas há quem opte por abandonar o nosso país rumo a ringues mais brilhantes. Foi o que fez David Francisco, lutador português de 29 anos, que se mudou de armas e bagagens para Londres, de modo a perseguir o sonho de pisar palcos cada vez mais mediáticos.
"A razão pela qual me mudei para Inglaterra foi o wrestling. Nunca tive a ideia de me mudar, sempre achei que Portugal era o meu sítio, até porque queria trabalhar em rádio e televisão. E nunca passou pela minha cabeça a possibilidade de ter o wrestling como algo de profissional. Mas lembro-me que estava a ver uma emissão da NXT e vi a Paige ganhar o título com apenas 22 anos. E pensei que era possivel fazer o mesmo. Se o wrestling era aquilo que mais me fazia feliz, então tinha de o tornar algo mais central na minha vida. E segui viagem...", resume.
Para alguém que já fez comentários de emissões de wrestling na Eurosport, que lutou e ajudou à organização de diversos eventos no nosso país, como foi chegar a uma nova realidade e a combates emblemáticos, como aquele que fez ao serviço da Progress Wrestling? Resposta na ponta da língua...
"A Progress Wrestling é uma companhia que começou em 2012 aqui em Londres, numa altura em que ninguém acreditava que isso fosse possível. Faziam espetáculos em 'venues' de concertos e tinham um ADN mais jovem. Foram crescendo e conseguiram subir de nível até à Wembley Arena", realça sobre o icónico palco que teve oportunidade de pisar.
"Pude fazer parte desse show. Não estava no 'card' principal mas participei num Battle Royale onde subiu a ringue toda a gente que ajudou a companhia, como forma de agradecimento. O momento foi incrível. Há uma altura em que quero subir ao canto para sentir aquilo, com 4500 pessoa à minha frente. E foi fantástico... Vi gente conhecida na assitência e depois recebi muitas mensagens de pessoas. Adorei", atira.
Agora o caminho faz-se com mais trabalho e empenho naquilo que realmente ama: "Trabalho diariamente muitas horas para fazer aquilo que mais gosto. Mas compensa sempre. Fiz um 'Death Match', que considero ter sido o meu melhor momento aqui em Londres, contra um adversário especial que é Connor Mills, e isso foi o culminar daquilo que eu queria fazer. Em termos de performance foi muito positivo."
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