Simone Biles admitiu, numa entrevista à 'New York Magazine', que não devia ter integrado a equipa olímpica dos Estados Unidos nos Jogos de Tóquio'2020. A ginasta - que foi uma das atletas abusadas pelo médico Larry Nassar - acabou por não competir numa série de provas devido a problemas psicológicos.
"Depois de tudo o que passei nos últimos sete anos, nunca deveria ter participado noutra equipa olímpica. Quando o Larry Nassar estava na imprensa, era demais. Mas eu não queria deixar que ele me tirasse tudo, tudo aquilo que trabalhei desde os 6 anos. Por isso fui além do que podia durante o tempo que a minha mente e o meu corpo permitiram", explicou.
"Provavelmente será algo em que terei de trabalhar durante 20 anos. Só quero que um médico me diga quando estiver curada, como quando somos operados e nos dão alta. Por que motivo ninguém me diz que em seis meses tudo vai acabar?, questionou ainda Biles.
A ginasta começou por acusar ansiedade em Tóquio, devido às restrições impostas pela pandemia, mas acabou por admitir que não podia competir devido aos "twisties". Uma espécie de desconexão entre o corpo e a mente durante os exercícios.
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