Ângelo Girão não teve a despedida desejava, mas não deixou de ser arrepiante o momento em que deixou o rinque para ser homenageado perante milhares de adeptos italianos de pé. No final do jogo, o guardião foi à sala de imprensa onde fez um balanço da sua passagem pela Seleção.
Emoção do adeus
"Comecei a sentir isto bastante antes. Ontem foi muito duro, não estava preparado psicologicamente para perder aquele jogo diante da Espanha. Por ser o último Mundial pus muitas esperanças e muito de mim. A queda foi brutal, não me aguentei, o discurso do João Rodrigues no balneário também não ajudou [risos]. Queríamos muito estar na final e este jogo era muito difícil de disputar."
Balanço de 11 anos na Seleção principal
"O balanço é positivo quando se ganham títulos. Não ganhámos tantos títulos como nós o desejávamos, ainda ontem estivemos até tarde a falar no quarto. Estivemos em demasiadas finais e não conseguimos ganhar. A culpa não pode ser sempre de fatores alheios, tem de ser culpa nossa. Esta geração teve várias oportunidades para ganhar. Se olharmos sempre para o fator sorte e árbitro estamos a tapar o sol com a peneira. Esta geração tinha qualidade para ganhar mais títulos. Vínhamos de uma geração em que a Espanha ganhava tudo e conseguimos quebrar essa hegemonia. Mas esse não era o nosso objetivo, o nosso objetivo era ganhar. Acabo esta viagem com um amargo de boca."
Por Rafael Godinho. Novara. ItáliaMinhotos defendem o título
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