O Comité olímpico e paralímpico norte-americano (USOPC) proibiu na terça-feira mulheres transgénero de competirem em provas femininas, apontando esta regra como uma "obrigação a cumprir" por decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Esta proibição foi publicada na segunda-feira no sítio do USOPC, sem qualquer destaque, e confirmada terça-feira numa carta enviada às federações nacionais norte-americanas das várias modalidades olímpicas e paralímpicas, como atletismo e natação, seguindo uma orientação semelhante à seguida pela NCAA (Associação Atlética Universitária Nacional), no início do ano.
A alteração regulamentar do USOPC surge como uma descrição da política de segurança de atletas do USOPC, fazendo referência à ordem executiva de Trump intitulada "Manter homens fora dos desportos femininos", assinada em fevereiro.
Nessa determinação presidencial, entre outras coisas, constava a ameaça de "rescindir todos os fundos" a organizações que permitam a participação de atletas transgénero em desportos femininos.
Por LusaPioneiro da ginástica artística nacional tinha 98 anos
Mais de uma centena de atletas vão ser remunerados
Medida exclui mulheres transgénero e algumas atletas intersexo dos Jogos Olímpicos
Foram realizados testes a 1.848 atletas
Triunfo tranquilo por 4-0 frente ao Al Wasl de Rui Vitória
Holandeses e italianos ficaram sem representantes nas provas europeias
Treinador português do Al Wasl deixa elogios ao adversário na Champions 2 da Ásia mas quer avançar para as 'meias'
Rui Costa protagonizara momento naquele espaço antes do início do dérbi entre Sporting e Benfica
Juiz português envolto em polémica na sequência de um lance com um ex-Benfica, no duelo entre Estrasburgo e Mainz
Subdiretor de Record explica como intervenção de Schjelderup no Sporting-Benfica é irregular