O boccia é o centro do universo de Carla Oliveira. Apesar de não ter sido amor à primeira vista, hoje são inseparáveis e para a portuense a modalidade é sinónimo de SuperAção e de conquistas, muitas conquistas. Mas contemos a história pelo início. Aos 14 anos, Carla foi diagnosticada com uma doença rara e a cadeira de rodas tornou-se inevitável. Logo nesse ano deu-se o primeiro contacto com o boccia e a primeira impressão não foi a melhor; a modalidade era exigente ao nível da concentração e esse não era o caminho que a atleta queria seguir. O destino ditou mais tarde um novo encontro, tinha Carla Oliveira 20 anos, e a recetividade foi diferente. Começou a interessar-se e a praticar com cada vez mais regularidade e, dois anos mais tarde, decidiu dedicar-se à modalidade, a começar a competir. E a partir daqui o caminho foi-se traçando com naturalidade. O ano de 2015 deu-lhe a primeira medalha internacional conquistada num Open Mundial e, em 2016, a participação nos Jogos Paralímpicos do Rio foi um sonho realizado.
O melhor, ainda assim, estava para vir. No incrível ano de 2017 Carla Oliveira sagrou-se campeã da Europa em Pares BC4 e dois anos mais tarde, em 2019, conquistou o bronze também na vertente coletiva na edição seguinte. O ano da pandemia obrigou à conhecida paragem competitiva mas em 2021 Carla voltou em grande plano ao conquistar o 4º lugar em Pares BC4 em Tóquio’2020. Já depois da viagem a terras nipónicas, o memorável ano de Oliveira acabou com dois bronzes em Pares BC4 e individual BC4 femininos novamente no Europeu. Aos 33 anos, a atleta prepara já a participação nos Jogos de Paris’2024.
Declaração
"Nunca pensei que o desporto se tornasse a minha prioridade, me levasse tão longe, me proporcionasse tantas oportunidades… No entanto, bastou dar uma chance ao desporto para que tantas portas se abrissem na minha vida. Trabalho, dedicação, persistência e ambição são a alavanca para a SuperAção!"
Boccia
O boccia é uma modalidade exclusiva do programa paralímpico. É uma atividade que integra apenas atletas com deficiência motora, algumas delas das mais severas do desporto paralímpico, todos eles com necessidade de cadeira de rodas. Divide-se em quatro classes desportivas e os atletas têm em alguns casos o acompanhamento de parceiros de competição que não podem ter interferência no jogo.
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