Eliud Kipchoge confirmou aquilo que todos já esperavam. Após a desistência na Maratona dos Jogos Olímpicos Paris'2024, o queniano assegurou que não estará em Los Angeles a disputá-la dentro de quatro anos e, em análise à sua prova de hoje, fala na pior de sempre, num dia em que se sentiu como um pugilista.
"É um momento difícil para mim. Foi a minha pior maratona. Nunca tinha desistido. Mas é a vida. Como um pugilista, fui derrubado, ganhei, fui segundo, oitavo, décimo, quinto... agora não terminei. É a vida", disse o lendário queniano, de 39 anos.
Uma coisa é já clara: não veremos Kipchoge em Los Angeles. Pelo menos não a disputar a maratona: "Vão ver-me de uma forma diferente. Talvez a motivar as pessoas, mas não a correr. Não sei o que se segue. Preciso ir para casa, sentar-me, tentar fazer um balanço destes 21 anos a correr ao mais alto nível. Tenho de evoluir e fazer outras coisas", disse.
Por Fábio Lima