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A canoísta portuguesa Joana Vasconcelos considerou esta quarta-feira que o seu desempenho ficou aquém do que esperava nos Jogos Olímpicos Tóquio'2020 e que isso se deveu a uma "época extremamente longa e desgastante".
"Tive uma época muito longa, intensa e desgastante, pois tive de ir a dois apuramentos e só o consegui no último, em maio e na Sibéria. Aqui, estou a pagar a fatura de tudo isso", disse à Lusa, assumindo não estar no "máximo" da sua capacidade "física e mental".
Joana Vasconcelos qualificou-se em K1 500 metros para Tóquio'2020, tendo-se ficado pelos quartos de final, o mesmo resultado que obteve em K1 200 metros, nos quais também não foi além dos 'quartos'.
"Tentei dar o meu melhor... Claro que queria mais, mas não foi possível. Não estou tão bem nestes Jogos, mas contente por ter mais uma participação olímpica. Agora é trabalhar para Paris'2024", disse a canoísta, de 30 anos.
Para os próximos Jogos Olímpicos admitiu que "gostava de fazer tripulações de equipa", regressando a um formato no qual foi bem-sucedida em Londres'2012, com o sexto lugar em K2 500 metros e em K4 500 metros.
"Sempre gostei muito de ambas as embarcações, não tenho nenhuma favorita. Dou-me muito bem com barcos de equipas, quem sabe não regressaremos a este modelo", disse, com pena de não as poder ter treinado esta temporada.
Agora, deseja terminar o ano "em bom plano" nos Mundiais, que vão decorrer em Copenhaga, no terceiro fim de semana de setembro.
canoagem
"Tenho a noção de que vai ser muito duro, mas se não fosse assim não tinha piada e não era para mim”, escreveu o olímpico cas redes sociais.
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